Afrodite por Junito de Souza Brandão – A Deusa Do Amor
“Platão, no Banquete, 180sq., estabelece uma distinção rígida entre a Pandêmia, a inspiradora de amores comuns, vulgares e carnais, e a Urânia, a deusa que não tem mãe, ametór e que, sendo Urânia, é, ipso facto, a Celeste, a inspiradora de um amor etéreo, superior, imaterial, através do qual se atinge um amor supremo, como Diotima revelou a Sócrates. Este “amor urânico”, desligando-se da beleza do corpo, eleva-se a té a beleza da alma, para atingir a Beleza em si, que é partícipe do eterno.”











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