Sansão E Dalila
Hoje à tarde estava aqui, no meu quarto, bateu uma preguiça…fiz uma coisa que não lembrava de fazer faz tempo, zapiei pela tv. Telecines da vida, eis que me deparo com um clássico dos clássicos, Sansão e DalÃla. Caramba, coisa de criança esse filme, aquela lição de moral toda, amor, traição, mas tudo aos olhos de Deus. Mas agora não sou mais criança. O que me fez parar e ver aquele filme, de novo? O fÃsico do Victor Mature é muito engraçado visto com os olhos de hoje, gordo ou forte, sei lá. A atriz que faz Dalila, não lembro o nome, não é das mais belas. Mas os olhos se fixam naquele casal, com aquele diálogo tÃpico de filminhos à gua com açúcar da década de 50…e lendo as legendas, e olhando pra aquela encenação forçada, ai…porque mulher chora com essas coisas de amor impossÃvel, amor de conto de fadas, o amor superando a dor, blablabla….Chega a doer o peito…Mulher quando vê essas cenas fica assim porque mulher vê sempre esperança em tudo, defende sempre os fracos e oprimidos, quer que haja paz no mundo…mulher tem o dom de ser feliz de nascença, se não é porque alguém tirou dela essa vontade. Como Dalila fez. Eu acho que quem tira a força de uma mulher não é um homem, não. É só a falta de esperança. A gente tenta se virar como pode. Passa a vida se alegrando, chorando, sorrindo, batalhando, amando, sofrendo, nossa vida tem emoções que nos faz um dicionário de sentimentos controversos e ambÃguos. Como no filme da tarde, a nossa vida é assim, cheia de amor, ódio, vingança, ciúme, perdão, esperança, crença. Acho que a gente chora porque passa a nossa vida naquela hora pela cabeça. Vida de mulher é um épico.
Tá bom, a verdade é que é uma delÃcia ver romance à gua com açúcar….
G.P.Â
2 Comments »
Comment by Enio Luiz Vedovello
April 2, 2008 @ 2:59 pm #
Não apenas água com açúcar, mas tem coisa melhor do que poder à s vezes esquecer que o mundo existe e assistir um filminho bem babaca, que não faça pensar, sentir, querer… Que não faça nada além de passar o tempo?
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Comment by Georgia
April 6, 2008 @ 5:42 pm #
Ai…faz pensar,sim..Faz pensar no tempo que uma mulher era só uma mulher e um homem gostava de ser homem (apesarque o Victure Mature era gay…rsss), esse filme é muito bobo, sim, forçadão, mas me deu uma saudade da infância, de quando eu estudava pra primeira comunhão…kkkkkkkkkkkkkkkk…nossa, como a gente vive tantas coisas numa vida só, não é? Curto muito pensar em tudo que vivi e poder ter a lembranã dessas coisas tão simples, como ver fiminho na sessão da tarde, desses bem babacas. Viu, dá até tema de mestrado ou de blog…rsss
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