Poderosa Afrodite

Complacência

Filed under: Artigos, Comentando Comentários | 01/25/2009 (3:10 pm) |

Complacência (pelo Houaiss)

Datação
1540 JBarV 19 

Acepções
? substantivo feminino
ato ou efeito de comprazer
1 disposição habitual ou tendência de corresponder aos desejos, gostos, idiossincrasias de outrem com a intenção de ser-lhe agradável
Ex.: obter um favor da c. dos parentes
2 Derivação: por metonímia.
ação inspirada nessa disposição; gentileza, delicadeza
Ex.: não havia c. que a satisfizesse
3 Derivação: por extensão de sentido. Uso: pejorativo.
ação inspirada por condescendência ou submissão condenável
Ex.: as c. ilícitas dos políticos irresponsáveis
4 Derivação: sentido figurado.
brandura, benignidade
Ex.: houve c. por parte do tempo, e por isso saímos sem chuva
5 Rubrica: fisiologia.
alteração do volume pulmonar determinada pela modificação da pressão intra-alveolar, medida no pico do volume respiratório, quando não há fluxo aéreo
6 Rubrica: fisiologia.
índice de distensibilidade de estruturas elásticas (vasos sangüíneos, coração, pulmões)
7 Rubrica: termo jurídico, medicina.
estado ou qualidade do hímen complacente

Etimologia
lat.tar. complacentìa,ae ‘id.’ ; ver praz-; f.hist. 1540 complacecia, 1573 complaçencia, a1595 complacencia

Sinônimos
ver sinonímia de beneficência e antonímia de desgosto, fúria

Eu gosto muito da palavra “Complacência”.

No entanto, como médica, eu a uso no sentido fisiológico do termo: qualidade elástica de nosso organismo que tem um limite. Ou seja, nós somos elásticos até certo ponto, depois, arrebentamos, e aí está o limite de nossa complacência.

Como eu não divido mente e corpo, extrapolo para nossos sentimentos essa qualidade elástica limitada que temos em nosso pulmões, vasos, etc.

Para mim, temos a complacência no amor, no gostar, no sofrer pelo outro. Temos um limite nosso no sentir que depois de ultrapassado deixamos de sentir igual. O sentimento se rompe, se estraga, se desfaz assim como um elástico que arrebenta se puxado demais além de seu ponto de resistência e elasticidade.

Cada pessoa é complacente diferentemente. Uns são mais que outros. Outros parecem que não são nada complacentes. E alguns parecem que suportam qualquer pressão e nunca rompem.

Muitos fatores são envolvidos na constituição da complacência de alguém: de que material essa pessoa é feita, suas experiências anteriores, suas necessidades imediatas, seu background familiar, cultural e social por exemplo.

Mas cada um de nós tem seu ponto de ruptura no qual aquele determinado sentimento foi empurrado até determinado limite que depois dele, o sentimento se modifica.

Que limite seria este?

Na minha experiência eu percebo que o que determina limites às pessoas é a imediata ameaça a integridade da pessoa como indivíduo. Quando se chega ao ponto extremo do “ou eu ou ele”.

Quantos casos vemos por aí de pessoas que são abusadas fisicamente ou psicologicamente e mesmo assim continuam complacentes em seus sentimentos pelo seu abusador? Acredito que mesmo nessas situações de abuso, o abusado ainda não se sente com sua integridade de fato em risco de perecer. (Claro que estou falando daqueles que ainda nutrem sentimentos positivos pelo abusador.)

Arrisco também a dizer que para termos limites complacentes precisamos ter uma estrutura individual formada. Ou seja, temos que pensar em termos de “eu”. E para muitas pessoas é bem difícil pensar em “eu” em vez de “nós”.

Para alguns, só em situações extremas, quando se percebem indivíduos, sozinhos, que não estão grudados siamesamente no outro é que se dão conta que existe o “eu”.

“Eu não quero morrer.”

“Eu não quero me anular.”

“Eu gosto disso.”

E finalmente chegar ao: “eu não gosto disso”.

Conhecer-se é saber seus próprios limites de complacência para não se colocar em situações que se vai sofrer rupturas internas, sempre traumáticas e dolorosas. No entanto, uma das formas de conhecer esses limites é ultrapassando-os pois nem sabíamos que eles estavam lá. Daí, é aprender que eles existem e que uma hora se arrebentam. E tentar não se ferir de novo.

Você sabe até onde você vai por amor?



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    Filed under: Comentando Comentários, Dúvidas | 01/25/2009 (1:27 pm) |

    “OLá. Bem, eu estou a começar a gostar de uma pessoa de quem me aproximei,por iniciativa minha,há uns meses.Ele não estava muito receptivo aos encontros e até falhou umas vezes.Agora já se tem revelado meu amigo,mas às vezes parece-me que não passa daí.Eu estou com uns problemas para resolver(não tem naad a ver com relacionemento.É familia e trabalho) e disse-lhe que quando tudo passar então combinamos uma saída com mais calma.E ele perguntou-me se eu acho que quando duas pesoas estão em baixo podem formar uma boa companhia.Bem, não sei…sou eu que o contacto mais vezes do que ele a mim,mas responde-me sempre e até me tem ajudado directamente nesta fase da minha vida.Acham que estou no caminho certo? Não o quero pressionar,mas quero-o…para já conhecê-lo melhor com tranquilidade.Sinceramente não penso só em amizade com ele.Estou sozinha há dois anos, sem nada nem ninguém.E considero-me (eles também) uma mulher interessante e gira.O que em dizem???”

    “Olá.Estou a começar a gostar de uma pessoa da minha idade.Ele às vezes…bem…parece que me vê só como amiga.Aproximei-me dele há uns meses.No início ele não vinha aos encontros.Eu continuei a contactá-lo porque interessa-me bastante.Agora já vem ao meu encontro,mas nunca aconteceu nada.Ele está com problemas e eu também(família e trabalho),mas quando eu o contacto ele responde logo e mostra-se receptivo.Não o quero pressionar,entendem? Mas quero conhecê-lo melhor e não penso só em amizade.Estou sozinha há dois anos, sem nada nem ninguém.Os homens acham-me gira e interessante.O Miguel já me disse que não anda bem.E perguntou-me se duas pessoas em baixo poderão formar uma boa situação/companhia amizade(subentendi eu).Agora não sei muito bem o que fazer, se terei chances, se devo ir atrás…aceito dicas,por favor.”

    Pessoas se aproximam quando tem algo em comum. No caso, entendo que a coisa em comum são que ambos estão passando por problemas.

    Enfrentar problemas juntos, ajudar um amigo em dificuldades pode fortalecer a amizade. Veja bem, amizade. Mas um relacionamento amoroso não deve ser baseado apenas em enfrentar problemas.

    Pelo contrário, relacionamentos amorosos muitas vezes não resistem a problemas por muito tempo. O casal se desgasta enfrentando apenas problemas sem ter uma contrapartida agradável.

    Pelo que estou entendendo, vocês estão se tornando amigos. 

    Mesmo amigos não aguentam tudo. Ou seja, só queixas, só problemas, só tristezas. É ótimo ter um amigo para desabafar, para se contar, para ter apoio, mas a amizade deve ter mais que isso também, assim como o relacionamento amoroso, deve ter a parte boa: diversão, relaxamento, riso, descontração.

    Eu acho que vocês deveriam levar adiante essa amizade. Ambos estão precisando. Mas uma amizade que os faça esquecer também dos problemas. Passear, jogar conversa fora, se distrair, dar risada… Diversão.

    Essa postura os ajuda a sair “da baixa”. E a companhia um do outro será associada com algo bom, em vez de associar com “aquela pessoa que tem problemas também”. Um quererá a companhia do outro porque o outro o fará se sentir melhor, não pior. Não para reforçar ficar na baixa.

    E como já escrevi em outra ocasião, uma boa amizade muitas vezes é a base para muitos relacionamentos amorosos. Mas o importante é se ter uma base boa, saudável, não baseada em sofrimento.

    (Ninguém gosta de quem só fica reclamando.)

    Boa sorte e espero que seus problemas acabem logo!



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    “Tenho 39 anos, há 4 não me relaciono c nenhum homem. sinto-me mto só,mas
    não encontro nenhum homem q se interressa p mim. O que fazer? Estou muito
    triste e sentindo-me solitária. Gostaria mto de ser amada.”

    Olá,

    Na sua opinião, por que os homens não se interessam por você?
    Você não se relaciona há 4 anos como? Qualquer tipo de relacionamento ou você diz relacionamento duradouro?
    Você sai para paquerar? Conhecer gente nova? Tem círculo de amizades?
    Eu gostaria de mais informações para poder entender melhor seu caso.
    E você autoriza que eu publique no blog sua pergunta (anonimamente, claro) e minha resposta para que outras pessoas possam se beneficiar também?
    Obrigada,
    Liliana

    “Sinceramente, não sei por que os homens não se interessam por mim.
    Ouço comentários de homens e mulheres que sou bonita, inteligente, educada, mas estou sempre sozinha.
    Nesses quatro anos, devo ter me aproximado de dois rapazes e rolou alguns beijos e abraços, mas não houve progresso no relacionamento, não passou disso. E olha que fiz de tudo para namorar um deles, mas ele não quis.
    Preferiu outra.
     
    Raramente saio de casa. Minhas amizades são pouquíssimas, para sair mesmo não tenho.”

    Cara N.,

    Pelo pouco que escreveu só posso imaginar. Então, desculpe-me se imagino errado.

    Percebo que você está só não apenas de amores, mas de amizades também. Você escreveu que sai pouco de casa. E não tem companhia para sair.

    Para mim isso está refletindo algo mais profundo.

    Quando nos queixamos de falta de amor, de falta de paixão, geralmente a carência não é de outras pessoas e sim parte de nós mesmos para nós mesmos.

    Acho que a solução é achar um novo “amor” em sua vida, um novo interesse, um novo conhecimento, uma nova atividade, um novo trabalho, um novo hobby, um novo estudo, algo enfim que te interesse, que te absorva, que te faça pensar, que te movimente, que te faça ter vontade de sair de casa e se relacionar com pessoas que tem o mesmo interesse que você.

    Do que você gosta?

    O que sempre você quis fazer e nunca foi atras?

    O que te deixaria feliz que não dependa de outra pessoa e só apenas de você?

    Um curso, uma viagem, um esporte, um blog, um trabalho, uma meta…

    São tantas coisas que podem nos fazer sentir bem e nos criar oportunidades de conhecer gente e nos animar!

    Relacionamentos com o outro só acontecem quando não precisamos deles, quando estamos bem conosco. Quando estamos satisfeitos, com vidas interessantes, produtivas. E são exatamente essas características que atraem as outras pessoas a nós: sermos gente interessante, completas, independentes, sem carências.

    Levar uma vida feliz, cheia de coisas e atividades prazerosas e boas amizades e desencanar de precisar de alguém, é a receita para ser um par desejável. E dai, você terá condições de avaliar com calma se quer ou não o relacionamento que se  apresentar. E passará de considerar “quem se interessa por mim” a “por quem eu me interesso”.

    Boa sorte e seja muito feliz!



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    “Eu gosto de mimar meu homem.”



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    Filed under: Dúvidas | 01/14/2009 (2:47 pm) |

    “Olá, qual é a chance de conquistar um homem com qual vc partiu para o segundo passo no mesmo dia. O fato é que eu estava numa “deprê”, pois na terça feira eu soube que o cara que eu estava me relacionando há quatro meses é noivo e que eu era apenas diversão…, mas já havia comprado um convite para a festa de sexta feira, acabou que resolvi neste dia “chutar o balde”, e deixar de ser a “boazinha” que sou, para ser sincera, eu não fico com quem conheço na balada, mas estava num dia em que eu considerava todos homens um bando de canalhas….
    daí, nesta festa eu conheci um homem, ficamos de dali fomos para outro lugar…
    depois disso, eu encontrei com ele num outro estabelecimento, ele veio conversar comigo me fez um convite para ir ao aniversário da vó dele no final de semana, mas, não sei se agi correto, senti que era uma cantada para me iludir, do tipo, “nossa, vou conhecer a família dele.” Então, eu disse que não teria como ir,pois tinha uma viagem no final de semana, ele retrucou e disse que era desculpa minha e que poderia fazer o chek list alterando a data, daí, não resisti e disse para ela que “essa é velha, meu irmão era noivo de uma e namorava mais duas e já escutei muito dessa conversa”, ele falou que era para pensar e que até quinta falasse para ele, na quinta me ligou, não comentou sobre o convite e só queria saber se poderia vê-lo naquele dia, eu estava ocupada e disse que naquele dia não iria sair…, depois disse conversamos mais vezes, mas fui eu que liguei.
    Agora não mais nos falamos. Não sei o que fazer, na realidade, eu gostei dele, bom, gostei foi da audácia dele e se ele conseguiu me levar “no papo” foi pq ele é muito bom.”

    Deixe-me ver se entendi: você conheceu um homem, ele te convidou para ir na casa da avó dele, você achou que era cantada barata dele, ele te ligou para sair com você, você recusou, depois você ligou para ele e daí não se falaram mais.

    Meio confuso, não é?

    Primeiro me parece que você está com o pé atrás com os homens por causa da sua última relação. Normal isso. Dá para entender perfeitamente.

    Segundo, você parece que ficou impressionada com esse sujeito e quer saber se é possível conquistá-lo.

    Acho que você está se precipitando. Calma. Não pense em relacionamento agora. Não tem que conquistar ninguém.

    Eu veria esse cara como uma companhia que foi agradável e pode ser novamente agradável para outros momentos e deixaria o barco correr sem pressão.

    Se quer sair com ele de novo, convide-o para sair. Simples assim. Se ele aceitar, ótimo. Se não. esqueça-o.

    Saia com ele, um programa de cada vez. Se acontecer de surgir uma relação, é pela sucessão de momentos bons e agradáveis que o casal vai passando junto. é assim que se conquista alguém: passando momentos gostosos, se divertindo, conversando, transando, beijando, fazendo algo juntos. Com essa sucessão de momentos gostosos, o natural é que o casal queira ficar mais tempo juntos. 

    Assim, o primeiro passo é se encontrar e passar bons momentos. Sem se preocupar em conquistar.

    Isso é ir se conhecendo.

    Boa sorte!



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    Filed under: Dúvidas | 01/12/2009 (7:22 pm) |
    “Dra. Liliana.
     
    Meu caso:
     
    Tinha na epoca eu tinha 57 anos, e já estava consado de sair com uma ou outra. Estava a procura de uma mulher linda, honesta, trabalhadora, para constituir uma família. Parecia que esse sonho havia se realizado. Conheci uma mulher linda de 37 anos, a dois anos atrás. No mesmo dia saimos a noite, e fomos a uma pitzaria. Depois levei-á para me apartamento, e mesmo sem esperar, ela me seduziu e transamos a noite inteira. Eu estava tímido no início, mas tudo se ajustou. Num momento ela suspirando de prazer disse: – voce voltou meu amor…. Questionei isso, mais tarde, e ela me respondeu que seria um homem da vida passada, e era eu (coisas de espiritismo), que acabei engolindo. Passou 15 dias e ela queria de todo jeito casar comigo. Eu disse, que ainda não era hora, pois nem havíamos conhecido direito.
     
    Ela já estava separada a um ano, de um relacionamento de 04 anos, com um cara que conheceu na internet nas salas de bate papo, com final tumultuado. Antes desse relacionamento ela era casada. Esse casamento terminou com separação judiciosa, com rancores dos dois lados. Nessa ela perdeu a guarda das duas crianças. Depois de alguns meses de namoro com ela, aproximei o ex-marido a ela, e fiz de tudo para que eles se reconciliassem como amigos, e para que ela pudesse ver seus filhos, e consegui essa façanha.
    Ela sofre de depressão, e tem arritima no exame de eletroencefalograma.
    Tem dia que fica brava de-repente e depois se acalma.
    Eu sou louco por ela. Ela veio morar comigo na primeira semana de namoro. Mas durante estes dois anos de namoro, ela terminou comigo por briginhas a toa, 05 vezes. As 05 vezes eu sofri desesperadamente, chorava dia e noite, como crinaça ou adolescente.
    Na 4.ª briga ela mudou de cidade, pediu transferencia do cargo público, e foi morar com a tia. Alegou que não dava mais certo comigo porque eu não queria casar, e, também porque eu havia maltratado-a em uma discução boba. (Não me lembro de te-la maltratado, porque esse não é meu costume).Depois de 01 mes voltamos. Dai em diante eu tinha que viajar da minha cidade para a dela todo final de semana (40Kms.) e acertamos um final de semana cada um. A ultima briga, foi porque ela me enrolou, e não quiz vir na sexta feira. Liguei no sabado, disse que não estava com vontade de vir. Insisti, e ela acabou dizendo: está tudo terminado, coloquei na balança seus defeitos e não gosto mais de voce. Como  ela dizia das outras vezes, que não me amava mais, e depois voltava e jurava que me amava, então não dei valor para isso.
     
    Acontece que desde o dia 07 de dezembro estamos separados. A partir desse dia passei a ligar para ela. No início ela atendia o telefone, e um dia disse, que gostava da minha companhia, que nos se dávamos bem na cama, mas ela não queria mais.
    Depois não atendia mais, e mandava sua irmã falar comigo, que repetia que ela não queria mais o relacionamento. Prometi a ela que casaria, que mudaria para a cidade dela, mas nem mesmo assim ela quiz voltar comigo. Numa dessa ligações ela disse, que o dia que eu tomar uma atitude de homem, ela iria decidir. Não entendi qual seria essa atitude. Seria talvez, eu ir pessoalmente falar com ela?
    Eu não fui falar com ela pessoalmente, porque o namorado da tia dela disse que se eu fosse lá, ela não abriria o portão. Por isso não fui, como das outras vezes.
    O que faço agora?
    Porque estou sofrendo muito com a separação. Não queria perder, talves o maior amor da minha vida. Na vida é difícil a gente amar. Não queria perder ela, nem essa chance.
    Não consigo mais trabalhar direito, não consigo me concentrar.
    Já dede o Natal que ela não me atende mais o telefone. Nem no seu trabalho, manda dizer que está ocupada.
    Como a Sra. poderia me ajudar. Quais são seus conselhos.
    Obrigado.”
    Olá O., 

    Sem dúvida você a ama e quer lutar por ela.
    E cabe a você decidir até que ponto vai lutar e se esforçar. E é claro que depende também dela, tê-lo de volta.
    Quando uma mulher fala: “tome uma atitude de homem” eu imagino que ela quer que ele faça alguma coisa especial. Ela espera algo de você. Assim, acho que suas chances ainda não acabaram.
    Pelo que você contou, parece que ela está esperando uma daquelas ações tipo de filme americano… Você aparecer por lá, declarar amor incondicional, essas coisas.
    Acho que falar de longe não adianta.
    Você tem que falar com ela pessoalmente, pelo jeito. Tipo “fazer o esforço” de ir até ela para conversar.
    Essa situação me lembra muito filmes românticos. 
    E vai ver que é isso que ela está querendo.
    De qualquer forma, eu sempre sugiro que as pessoas tirem suas dúvidas com as outras pessoas.
    Eu acho que seu problema principal é acabar com sua angústia de ficar nessa dúvida: ela me quer ou não? O que ela quer?
    Então, minha sugestão é se ater ao simples e procurar acabar com suas dúvidas para você ter informações concretas para lidar.
    Fale com ela. Como adultos. Seja sincero nos seus sentimentos e daí pela resposta dela terá dados para saber como agir.
    Boa sorte e tudo de bom.
    Liliana



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    Filed under: Artigos | 01/10/2009 (2:04 pm) |

    Por mais que a gente queria o contrário, às vezes é hora de dizer adeus.

    Se foi nos imposto, ou nós que impusemos esse adeus…

    Mas chega um momento dentro de nós que temos que encarar a realidade: fim.

    Uma reflexão profunda e sem medo nos mostra exatamente quando chegou a hora de dizer adeus.

    E seguir em frente.

    I wish you love – do filme Terapia do Amor



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    Filed under: Dúvidas | 01/08/2009 (5:21 pm) |

    “poderosa afrodite eu sou bisexual e gosto do meu amgo ele sabe q eu gosto dele + ele n gostou da ideia e n fala mais comigo como faço para seduzir ele por favor me ajude!!!!!!!!!!!!!!”

    Ai, querido…

    A gente não pode forçar ninguém a gostar da gente nem a mudar de opção sexual.

    Imagine se fosse com você.

    Seu amigo não gostou da idéia. Então a primeira coisa é respeitá-lo. 

    Respeite a opção de seu amigo. Trate-o bem, como um amigo de verdade. E quem sabe ele voltará a falar com você.

    Mas “Respeito” é a palavra-chave.



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    Filed under: Confissões | 01/08/2009 (1:37 pm) |

    Nem sei quantas vezes eu desejei que meu ex-marido tivesse “tomado uma atitude de homem”.

    Mas afinal, o que será que era a tal atitude que eu queria tanto e nunca veio?

    Posso falar por mim.

    Quando eu desejava “uma atitude de homem”, eu queria uma demonstração acima de qualquer dúvida dos sentimentos dele por mim.

    Queria algo extraordinário. Algo que fugisse do dia a dia e do comum.

    Um arroubo romântico, um gesto apaixonado, um sacrifício.

    Algo que me surpreendesse e me deixasse segura de ser amada e desejada. Principalmente desejada.

    “Eu te amo e farei o que for preciso para ficar com você.”

    Acho que mulheres tem essa necessidade de vez em quando.



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    Filed under: Comentando Comentários, Dúvidas | 01/05/2009 (7:07 pm) |

    “sou homosexual tenho 31 anos e estou gostando de um hetero que tem 32 casado ha 14 e tem um filho de 12 anos nao sei o que fazer pois ele me da todas as dicas de que quer algo ate pq o casamento pelo que eu ja soube nao anda bem,. o que faço me ajude pois estou ficando louco com esta situacao
    obrigado”

    Ai, ai, ai…

    Que situação!

    Pelo jeito seu objeto de desejo é bem complicado, não é?

    Mas o negócio aqui é resolver sua situação. E para isso, você precisa tirar suas dúvidas e ver qual é a realidade da história toda para não ficar caraminholando com coisas e sonhos inúteis, nem se desgastando.

    O homem dá sinais que quer algo? Então vocês tem contato um com o outro. Assim, nada melhor do que uma boa conversa para colocar os pingos nos “i”s.

    Fale com ele na boa: o que você quer? Qual a sua? Vamos ou não?

    Então terá sua resposta que pode ser positiva ou negativa. No entanto, não perderá tempo, nem será fantasia de ninguém que só quer enrolar.

    Boa sorte!



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