Silêncio
“Vou confessar uma coisa: eu não amo ninguém.
Quero dizer, eu me amo, amo meus amigos, minha família, mas não amo ninguém como meu amor, meu par, meu parceiro.
Fazia muito tempo, muitos anos que não tinha essa ausência de amor dentro de mim.
Eu estava acostumada a ter uma fogueira queimando de paixão por uma certa pessoa o tempo todo e agora não há nada e é tão diferente.
Tão calmo.
É como olhar o mundo com outros olhos.
É uma sensação de completude e paz tão grande que não quero que acabe nunca.”