Poderosa Afrodite

MANUAL DO CORAÇÃO PARTIDO – CAP 4

Filed under: Artigos | 02/20/2012 (4:01 pm) |
  • Adeus -  o outro vai embora

Sua relação não é a mais perfeita do mundo. Mas afinal, quem é perfeito? Está tudo bem, tudo indo… Vocês já não fazem sexo como antes, mas a vida está corrida. Tem um monte de coisas que te irritam mas você já se acostumou com as manias do outro.

Você sabe que aquela paixão do começo do namoro já passou e agora é o dia a dia da rotina de um casal batalhando para viver o melhor possível.

Então, do nada, o outro vem e diz: “adeus, vou embora”.

Do nada!

Demonstrando imediatamente que vocês estavam em sintonias completamente diferentes.

“Peraí!!!!”

“Como assim, vai embora?!”

E como uma facada no peito você percebe: “indo, ué”!

A sensação é de facada, soco, porrada na cabeça. O chão some.

E a gente fica sem entender nada. Abobado, atordoado. De queixo caído.

“O que?!” “Como?”

“Olha bem para mim: acabou. Eu não quero mais você blábláblá…”

E tudo fica um grande blá blá blá porque as palavras não fazem mais sentido algum porque seu mundo não faz mais sentido. Você está apanhando num ringue e apanhando feio. Sem chance de defesa, com a guarda baixa. E as porradas doem muito. E você nem consegue mais escutar o que lhe falam.

Blá blá blá. Adeus. Blá blá blá. Acabou. Blá blá blá Fim.

E você sente, no meio da cena surreal, seu coração partir. A pior dor do mundo.



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    Filed under: Artigos | 02/20/2012 (3:59 pm) |
    • Tchau –  você sai fora

    Mesmo amando o outro e agüentando de tudo, chega um momento no tempo e no espaço que algo simplesmente se quebra dentro da gente. Algo morre. E somos tomados por um silêncio enorme onde outrora estava aquele amor gostoso e eterno.

    Silêncio.

    Você olha a pessoa e não sente mais calor vindo de dentro de você.

    O outro pode ter feito qualquer bobagem, uma frase, um ato sem querer ou até nada. Mas foi a gota. Uma gotinha de veneno que mata o sentimento e nos deixa frios como assassinos cruéis.

    E é essa frieza, vinda desse vazio de sentimentos mortos que nos faz dizer que tudo acabou para aquela pessoa que era nosso amor.

    “Não dá mais. Vou embora.” Ou “você deve ir embora”.

    Um ato pode precipitar a morte do sentimento de ser um casal. Mas esse ato foi apenas o golpe final de uma série de coisas desagradáveis que estavam sendo guardadas numa gavetinha lá na memória. E quando a sensação que a relação morreu aparece, todas as memórias das coisas ruins vêm à tona e a convivência se torna impossível.

    Sentir a morte de um sentimento de amor é muito doloroso.

    Quem termina a relação também está com o coração partido. A diferença é que o seu coração se partiu antes.

    É impressionante como num segundo existe a relação e o amor e no segundo seguinte não sentimos mais tudo isso dentro da gente.

    Essa morte de sentimentos não precisa significar o término do casal. Ela significa o fim “daquela” relação.

    Muitos casais têm uma história boa juntos e além do amor, existe a amizade, o respeito, o companheirismo, coisas que valem a pena salvar e transformar numa nova relação diferente onde o amor pode voltar mais forte por causa de novos comportamentos. Tudo é questão de querer investir.

    Não há um “quero salvar essa relação”. Existe sim um “vamos criar outra relação melhor para nós já que nossa antiga relação não deu certo?

    Criar relações e fortalecê-las dá trabalho e exige revisitar nossos próprios defeitos e mudá-los. Muita gente não gosta disso. Não quer se melhorar como pessoa e se mantém cristalizado preferindo trocar o parceiro a cada fracasso amoroso.

    E tem os casos que você tem que sair fora da relação mesmo. Para seu próprio bem. E sair fora significa que sua auto-estima está funcionado. É questão de sobrevivência da sua individualidade.

    Não importa se você tentou de tudo para o casal funcionar. Se houve aquele momento de quebra e morte no qual você decidiu que quer o fim, nada ou ninguém vai convencê-lo ao contrario.

    E você põe fim à relação.

    E se sente um fracasso, se sente só, se sente vazio e culpado.



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    Filed under: Artigos | 02/20/2012 (3:57 pm) |
    • O Amor Não É Tão Lindo Assim – o casal com problemas

    Se a felicidade do casal fornece a melhor sensação do mundo, a infelicidade é um grande incômodo.

    Falta alguma coisa boa e no lugar existe carência e cobrança.

    O sexo vai embora levando junto toda a energia vital que antes impulsionava a pessoa em outros aspectos da vida. E o que antes nos fazia sentir bem, agora nos faz sentir indesejados.

    Todo casal sabe quando alguma coisa não está certa. Uns preferem não olhar  de frente para os sinais e deixam a coisa seguir para ver como vai ficar. E geralmente não fica bem.

    Outros reparam que algo está errado, sentam e conversam tentado achar uma solução para trazer de volta aquela fagulha antiga que ficou dormente.

    Mas na maioria as vezes, apenas um do casal se mostra insatisfeito e toma providências. O outro prefere ficar numa posição imutável como se não participasse de fato nessa sociedade de dois.

    Discutir a relação é muito chato.

    Conversar e acertar arestas não é chato. É se colocar. É por limites de nossa individualidade. E chegar a consensos com os limites do outro.

    Tem uma hora em todo relacionamento que a gente se pergunta: devo investir nisso? E  só nos perguntamos isso, se estamos incomodados com o próprio relacionamento.

    Um relacionamento ruim é como estar numa areia movediça tal a capacidade de atrapalhar nossa movimentação pela vida.



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    Filed under: Artigos | 02/20/2012 (3:56 pm) |
    • O Amor é Lindo – o casal

    A melhor sensação do mundo é amar e ser correspondido.

    Não tem sensação igual. Nem nada que se assemelhe à felicidade, à completude, ao sentimento de que o mundo é lindo, a vida é boa, tudo está certo no seu lugar do jeito que deveria ser.

    Amar e ser amado é como um encaixe perfeito. Uma dança maravilhosa de constelações no universo. Algo grandioso e mágico.

    É muito gostoso.

    A gente se sente muito bem. Muito bem mesmo. Não conheço outra situação que faça a pessoa se sentir tão bem quanto se sentir amada pela pessoa que a gente ama.

    E expressar esse amor é maravilhoso também.

    A gente quer sair dançando, gritando para todo mundo ouvir nossa felicidade.

    Enfim, estamos num estado especial quando estamos amando e somos amados em troca. E esse estado especial vai se refletir em todos os aspectos de nossa vida como um sopro de ânimo e alegria.

    E o casal se amando vai aproveitar esse amor. Vai exercer esse sentimento fantástico através de atividades do casal, juntos.

    Desde a rotina do dia a dia até a noite de sexo animal vai ser mais prazerosa com cumplicidade.

    Mas não é só o amor que nos leva a um estado de beatificação. Existe a paixão também, outro sentimento incrível que pode completar o amor e que visita os casais de tempos em tempos. Esse é o sentimento que a gente quer que permaneça mais porque é o que dá mais efeitos e sensações estratosféricas.

    Estar apaixonado e ser correspondido na paixão é indescritível. Pena que a paixão não dure.

    A paixão vem em ondas. Vem como um soco. PÁ. Você leva o soco e fica apaixonado e sente os efeitos do soco por um tempo. Daí, você se recupera do soco e sobra o amor.

    O amor é que segura o casal entre os períodos de paixão.

    O amor é mais calmo, mais tranqüilo. Também é muito gostoso, mas não tem o fascínio da paixão. Paixão é como droga, vicia. A gente quer mais e mais.

    Paixão é loucura e Amor é lucidez.

    Em  ambos os casos, ter esses sentimentos correspondidos é a melhor sensação do mundo.

    Mas paixão e amor às vezes não andam juntos. Tem gente que só se apaixona mas não está amando. E tem gente que ama mas não está apaixonado.

     



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    Filed under: MANUAL DO CORAÇÃO PARTIDO | 02/20/2012 (3:54 pm) |

    Amar é natural do ser humano. A tendência é querermos um par para compartilharmos nossa vida, para exercermos nossa sexualidade, para nos sentirmos queridos, amados, desejados.

    Todo mundo quer ser importante na vida de alguém.

    Queremos amar o outro também em troca.

    É natural.

    E desde cedo na nossa vida a gente começa se apaixonando. E raramente a gente fica para o resto da vida com a primeira paixão. Isso significa que em algum momento a gente deixou de gostar. Houve um rompimento.

    Por isso, todo mundo uma hora ou outra fica com o coração partido.

    Esse livro vai acompanhá-lo por todo esse processo doloroso até que o ciclo se complete e seu coração fique bom de novo, para amar novamente.



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  • Mr Right strikes again

    Filed under: Notas de Afrodite | 02/19/2012 (3:25 pm) |

    E não é que Mr Right voltou?

    Claro que eu gostei porque ele é “o” certo, né?

    “Mas de perto, ninguém é normal” – Caetano Veloso

    O segredo é manter a distância correta para não chegar tão perto a ponto de ser incomodada com os defeitos.

    Pelo menos, é a fase que estou.

    E vivas ao Mr Right!



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  • Mr. Right e Mr. Wrong

    Filed under: Artigos | 03/28/2010 (2:08 pm) |

    Um dos mistérios da vida é por que nos atraímos pelo Mr. Wrong?

    E invariavelmente nos parece o Mr. Right mas esse não nos atinge como o outro.

    Eu fico achando que o Mr. Right nos pega no racional. Sabemos que ele é melhor. E Mr. Wrong sintoniza com nossas carências e sombras mais profundas que desenvolvemos na infância. É só minha opinião, não sei de  nenhum fundamento científico para isso.

    E como se livrar do Mr. Wrong e estar aberta ao Mr. Right?

    Justamente resolvendo essas pendências infantis. Traumas, modelos de quando éramos criança.

    Eu entendo que a gente tenta repetir exemplos do passado. Se você foi maltratada quando criança suas chances de continuar sendo maltratado são grandes.

    Só se achando digna de ser bem-tratada e se conscientizar que você merece algo bom vai facilitar por distâncias em todos os Mr. Wrongs que se atrai e olhar com mais atenção ao Mr. Right.



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  • Querer

    Filed under: Citações | 09/20/2009 (3:00 pm) |

    “Quando um não quer, dois não amam.”



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    Filed under: Citações | 09/12/2009 (3:05 pm) |

    Entenderam?

    (É a mais pura verdade.)

    Um conselho simples mas eficaz.



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    Filed under: Artigos | 08/23/2009 (6:27 pm) |

    Eu aprendi que existem 3 palavras nos relacionamentos: vem, fica e volta.

    Tem hora que devemos falar uma delas e pensar as outras.

    Depois de falar cada uma delas em ocasiões diferentes, cheguei à conclusão que a única que deve ser proferida em voz alta é: vem.

    Se eu tenho que falar “fica” para alguém, é porque essa pessoa não quer ficar.

    Se eu tenho que falar “volta”, a mesma coisa.

    Quando eu falo “vem”, é algo que depende de mim. Eu estou dando autorização para a pessoa vir.

    Quando se chega nesse ponto de não falar “fica” ou “volta”, é quando a gente gosta da gente mais do que de qualquer outra pessoa.



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